
A Administração Unimed/Fluminense só comprova que não adianta gastar dinheiro sem ter compromisso com uma estrutura profissional de futebol. Desde o presidente ao roupeiro. E não adianta incluir um Campeão do Mundo nessa estrutura, se o próprio como treinador já demonstrou estar ultrapassado e muito limitado dentro de seus vícios e crenças. Parreira seria um bom manager do departamento de futebol e mesmo assim correríamos riscos com seus “jabás”. Não duvido nada se daqui a um mês Emerson e Roberto Carlos aparecerem no Flu. Dois “velhos” e amigos de Parreira.
O Fluminense tenta há anos essa forma falida de administração e ainda com direito a devaneios e caprichos da dupla Horcades/Celso Barros, que em muitos momentos privilegiam jogadores sem a mínima condição de vestir a camisa tricolor e, profissionais de competência duvidosa.
Lá se vão 10 anos e provavelmente mais 10 virão. Para a Unimed é uma teta, para o Flu um abismo sem fim. A administração do Flu é de uma permissividade inacreditável. O Fluminense me parece um zumbi vagando pelo futebol Brasileiro. Morreu e não sabe. Todos os anos são contratados ótimos jogadores, mas isso não se traduz em bons resultados. Parece que todos os jogadores que chegam ao Flu, percebem a falta de uma coisa fundamental: espírito (alma ou brio, como queira). Não há cobrança, não há nada.
O presidente do Fluminense é um abobalhado sem um pingo de profissionalismo, que chora em entrevistas, confundo nome de seus jogadores, além de cometer gafes preconceituosas que ganham notoriedade nacional, expondo novamente de forma negativa a instituição Fluminense.
O presidente da patrocinadora do clube é cheio de devaneios e caprichos, tornando o Fluminense refém de suas vontades. Vontades essas passadas por Romário, Roger e mais recentemente Renato Gaúcho. Esse só saiu do clube por estar no limite, mas enquanto Celso existir, Renato pode voltar com força total ao tricolor, para: comandar seus rachões; ser jabazeiro trazendo jogadores que são seus “amigos”, mas sem a mínima condição de ser útil ao clube; criar picuinhas com profissionais do mais alto gabarito (Fabio Mahseredjian ex-preparador físico do Fluminense e um dos melhores do mundo, agora no Internacional) e não se dar por realizado enquanto o outro for demitido; bancar o fanfarrão em entrevistas expondo o Fluminense negativamente para todo o Brasil.
Ninguém que chega ao Fluminense sabe quem é e o que foi o Fluminense. Só vêem a grana da Unimed e sinceramente não os culpo. O Clube, detentor de uma torcida incrivelmente apaixonada e diferenciada, só maltrata e usurpa sua torcida.
Isso é mais do que um desabafo que faço, é um desespero. Não adianta boas vitórias por pouco tempo ou um título. É preciso uma mudança profunda na estrutura contaminada do clube, do conselho e de pequena parte da torcida que se prostitui por qualquer afago.
É preciso nascer novamente. Estruturado e vencedor.


