terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Rapidinhas


Leandro já é jogador do Fluminense. O fax que estava pendente foi enviado hoje pela diretoria do Porto. Pra mim é um ótimo reforço. Alguns disseram que Leandro é o novo Junior César. Pelo amor de Deus né gente? Sei que o Junior César fez boas partidas pelo Flu, principalmente pela Libertadores, mas não da pra enganar tanto tempo. Leandro tem mais corpo, marca melhor e sabe até cruzar.

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Diguinho tem tudo para colocar o Arouca no bolso. Arouca sempre foi um jogador promissor, mas durante muito tempo alternou bons e maus momentos. Diguinho  mais regularidade e acredito irá dar certo.

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Roger, bom atacante que estava no Sport, também deve pintar e tem tudo para fazer uma boa dupla com Leandro Amaral.

Flu Total

Mais uma vez, nosso Master Mind publicou uma carta aberta à Torcida Tricolor.

Outra bola dentro!


Projeto Flu total - 2009 em busca da excelência 

O ano acaba de começar, mas vinha sendo planejado há muito tempo. As atenções da mídia e da torcida estão voltadas para a contratação de jogadores e para a montagem da equipe. Minha preocupação, contudo, é montar não somente uma equipe de jogadores dentro de campo, mas também um grupo multidisciplinar de profissionais que possam assegurar um bom rendimento dos jogadores, inclusive fora de campo. 

Dentro das quatro linhas, estaremos o máximo possível com a presença de sua majestade, nossa amada bola de futebol. Não podemos perder tempo. Saber o que queremos taticamente do time e o que cada jogador terá que fazer individualmente e coletivamente dentro do sistema de jogo é a maior tarefa da comissão técnica. 

Todo o planejamento já está detalhado: as partes física, tática e técnica serão trabalhadas simultaneamente. O condicionamento físico acontecerá dentro de campo, com exceção da musculação geral e dos trabalhos específicos para alguns jogadores como Tartá, Fernando Bob, Maicon, Allan e João Paulo, que receberão uma atenção especial no quesito fortalecimento muscular. 

Fora do campo, a psicóloga Tereza Fragelli fará um diagnóstico de cada atleta para, depois, montar o sociograma do grupo. Assim, saberemos como ele interage e como os novos integrantes estão se adaptando. Já a nutricionista Renata Faro estabelecerá dietas balanceadas e metas de peso e percentual de gordura para cada atleta. Em conjunto com a fisiologia, com o departamento médico e com a preparação física, o trabalho será focado no controle global do atleta, garantindo rendimento máximo durante treinos e jogos durante toda a temporada. Outros profissionais terão a tarefa de acompanhar jogadores e suas famílias, atendendo - os no que for necessário. 

Dos atletas, será exigido que "deixem no campo" tudo que tenham para dar - suor, vontade, esforço e gasto mental. Somente a experiência e o aprendizado devem acompanhá-los no retorno ao vestiário. 

Ao ler essa linha de conduta, tenho certeza que você deve estar pensando que nossos problemas acabaram. É que, quando se elabora um projeto de trabalho sério, muitos acham que todos os problemas já foram resolvidos e que as vitórias chegarão por si só. Não é bem assim. 

Lembrei-me disso após ouvir uma pregação na Catedral Nova Vida, no Recreio, em que o pastor falou de um tipo de fé muito difundida hoje em dia: "Basta acreditar e os seus problemas acabaram". O pastor lembrou que isso é uma grande ilusão, pois na verdade Jesus falou: "Na vida tereis aflição, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". 

Em 2009 teremos aflições, passaremos por obstáculos e turbulências. Precisaremos ser competentes, persistentes e humildes para fazermos os ajustes que forem necessários e que, se bem feitos, poderão nos levar às vitórias tão sonhadas por todos. 

A montagem de projeto, elenco e time é muito complexa e apresenta muitas dificuldades, mas o trabalho não pára por aí. Afinal, não nos iludimos com a idéia de que basta um bom projeto. Nosso trabalho, apresentado aqui somente numa pequena parte, é fundamentado não só em planejamento, mas também em comprometimento, seriedade, esforço, competência, disciplina, determinação e coragem - todas as coisas que vamos buscar para o Fluminense em 2009. 

Que nesse novo ano não desistamos de nós mesmos e de nossa família, comunidade, cidade, estado, país e mundo; e que não sejamos cegos e nem cativos desse sistema que nos quer dependentes desses valores e soluções ilusórios. Não nos esqueçamos de que a estrada para o sucesso está sempre em construção e de que não possui atalhos. 

Feliz 2000 inove. 

René Simões

sábado, 3 de janeiro de 2009

Valeu Guri!


Mais uma aulinha pratica de como “não” tratar um ídolo. Roger foi dispensado pelo Flu, mas não foi comunicado oficialmente. Tem realmente algumas coisas que me incomodam muito no lidar com as pessoas. No Fluminense eles são especialistas.

Uma lástima!

 

"DESPEDIDA AOS TRICOLORES. AOS VERDADEIROS. 

"Cheguei ao Rio de Janeiro com a minha cara e a personalidade de gaúcho. Anos e anos no Grêmio. Imagem formada no Rio Grande do Sul, onde cresci e ganhei muitos títulos. Vindo do Japão, com outra cultura enraizada, pensei o quanto complicada seria a minha volta ao futebol. Pensei em parar. Estudar e me formar. Mas veio um convite. Outro tricolor na minha vida.


"O Fluminense me abria as portas para um mercado novo e capaz de alavancar ainda mais a minha carreira. Senti pelo clima na chegada que a cidade do Rio de Janeiro seria muito boa pra mim. Amigos, irmãos, parceiros. O carioca tem esta característica, de abraçar as pessoas e assim me motivei e me senti de novo em casa. Tive um primeiro ano ruim, me adaptando, mas também me lesionando. Lateral ou zaga? Sempre na dúvida, até que me decidi mesmo pela zaga, onde seria mais útil. Foi assim que em 2007 fizemos a grande campanha da Copa do Brasil e conquistamos o título. Uma alegria que acho que carreguei sozinho pelos olhos da torcida, por ter sido o autor do gol, mas na verdade fizemos um grupo imbatível, amigo e campeão. Era hora de seguirmos na Libertadores. Era um sonho para o clube.

 

"Fizemos um ano de 2008 brilhante. A Libertadores não veio por detalhes, mas me orgulhei outra vez de estar junto com atletas de alto nível e que se empenharam demais. A torcida foi maravilhosa. Incrivelmente apaixonada, ela entendeu o esforço de todos e viu que ninguém tirou o pé. Eu passava por mais um capítulo em minha história. Uma história bonita e de amor por um outro clube de três cores. Aliás, descobri que tudo que tem três me encanta. Até minha camisa passou a ser a três e não a seis. E na Libertadores, lá estava ele de novo, o 3 na camisa 13.

 

"Chegava então o fim do ano. Não foram três, mas foi uma hérnia que me ajudou a tirar o prazer de poder ajudar o grupo, que numa situação difícil brigava para não cair noBrasileiro. Nos livramos, mas meu sentimento era de dor, interna e externa. Sem poder ajudar, só que intenso na ajuda pessoal. Todo dia cedo, como sempre fiz. Amigo, companheiro, conselheiro. O time ficou na série A, mas eu saí. Me senti afastado, alijado, longe de tudo aquilo que sempre tratei com enorme carinho, mesmo vendo problemas e dificuldades. Mas o Roger era legal, nunca abria a boca. Um exemplo!!


"Mas aí faltaram mais uma vez três palavras básicas no meu conceito de relacionamento humano e de trabalho: respeito, atitude e gratidão. Fui acometido de uma enorme tristeza pelo que vi nos jornais deste dia 2 de janeiro. Estava dispensado pela mídia. Passaram as festas, fiquei na expectativa de que pelo menos pudesse receber um telefonema, para me sentir moralmente liberado e poder aceitar outras propostas que vieram, mas que recusei em respeito ao meu compromisso com o clube até 31 de dezembro. Ficar? Não acreditava, verdadeiramente. Renovar? Achava difícil. O clube podia ter achado alguém mais jovem, mais barato. Perfeito. Esta é a ordem natural da vida, apesar de me sentir bem ao extremo para render forte em pelo menos mais dois ou três anos. Só que nem sobre o meu tratamento quiseram saber mais. Hérnia? Que hérnia? Eu sei me cuidar sozinho!! Mas este é o futebol. Ou será que esta é a vida do futebol? Vejo pelos exemplos de jogadores que com muito mais representatividade que eu num clube são sumariamente dispensados. O que mais me assusta, no entanto, é ver que os menos profissionais, que fazem e acontecem em seus períodos de contrato, com atrasos, bebidas e outras coisitas mais, saem da mesma forma que os que se comportam de forma profissional e regrada. Eu não mudo. Que mudem os outros.

 

"Aproveito esta carta para me despedir dos verdadeiros tricolores cariocas. Os roupeiros, massagistas, tratadores de campo, porteiros do clube, cozinheiros e garçons, seguranças e todos aqueles que pouco aparecem, mas que merecem meu apoio. Estes são amigos, profissionais e tricolores. E me despeço com enorme prazer do torcedor 30 vezes campeão do Rio. Este é maravilhoso e me fez gostar da cidade, do clube e de defender as três cores que traduzem tradição com todo coração. Muito obrigado, até breve e esperando ter deixado em todos uma imagem positiva e capaz de ser, mesmo daqui há muitos anos, abraçado por aqueles que me abraçaram assim que cheguei na cidade maravilhosa.


"Saudações trilegais de um tricolor de coração."

 

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Coitadinho, é um craque!


Tem certas coisas que realmente me impressionam. Uma delas é um jogador achar que tem certo valor que não tem. Um exemplo recente disso no Flu foi o Adriano Magrão, que muito nos ajudou na Copa do Brasil, mas que era triste como jogador. Acho que todas as forças cósmicas estavam a seu favor naquele momento e tão somente naquele momento.

Magrão , na época, ficou com raivinha, fez beicinho porque o Flu não o “valorizou” como devia. Magrão queria receber R$ 130 mil, porque achava injusto o Flu paga-lo somente R$ 60 mil. Sem mais comentários.

Agora, me aparece o Romeu, que nada mais é do que o próprio Romeu, e diz estar desprestigiado. Que o Flu não fez uma boa proposta, não reconheceu seus “anos de Fluminense” e que a proposta do Santos é melhor.

Como diria o grande Batoré: Ahhh Romeu, para ô!!!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Vapt...Vupt

- Você acha exagerada a transformação de Thiago Silva, em Monstro, ídolo tricolor?! Eu não acho. O Clube carece de ídolos há décadas e encontrou no Thiago um porto seguro. Além de ser um jogador de alta qualidade, sempre mostrou respeito e admiração ao Fluminense. Certa vez perguntado o que sentiu a jogar pela Seleção Brasileira a primeira vez, Thiago Silva saiu com essa: O mesmo que sinto quando jogo com a camisa do Fluminense.

- Júnior César foi para o São Paulo, assim como Washington e talvez como Arouca. Quanto tempo vai levar para a torcida de o São Paulo perceber que o “lateral” não marca e não sabe cruzar?!

- A permanência de Conca é fundamental para a espinha dorsal do Flu em 2009, mas está longe de ser a Cereja do Bolo, como publicou O Globo. Vale lembrar que o Conca teve seu grande desempenho jogando ao lado de Thiago Neves.

 - Soares, que estava no Grêmio, mas pertence ao Flu, foi emprestado ao Cruzeiro e de lá veio o atacante Leandro Domingues. Hummm, sei não.

- Néri Cardozo, do Boca Juniors, estava nos planos do Flu e as conversas estavam adiantadas, mas pelo jeito ele vai mesmo para o Palmeiras. Começo a achar que o Flu pode ser o segundo time da Traffic.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O Fluminense não merece, eu também não e muito menos você


Roberto Horcades, Presidente do Fluminense Football Club – meu clube de coração -, aquele que acha que vice-campeonato é título, que constrange todo seu staff com declarações infelizes, que faz questão de entrar em campo com o time dar volta olímpica (como se fosse o astro da companhia) que constantemente expõe o Fluminense ao ridículo, o fez mais uma vez.

Hoje, durante a apresentação do novo coordenador de futebol do Flu - Alexandre Faria -, Horcades para justificar sua admiração ao técnico René Simões, tropeçou na educação e cai sentado em cima de sua eterna mania de querer os holofotes para si.

 - Meu caso com o René é antigo, desde 2004. Que a mulher dele não me ouça (risos). Mas ele foi treinar as meninas do Brasil e conseguiu fazer com que as mulheres, mesmo com dois neurônios, conquistassem a medalha de prata na Olimpíada.

Ele já tentou se desculpar falando um monte de asneiras, mas infelizmente,e mais uma vez, este cidadão que preside o meu clube de coração, expôs a marca Fluminense de forma negativa.

Achando que sua mente sempre é habitada por zilhões de neurônios, o Dirigente me solta essa:

- Até 2010 o Fluminense não vai ser igual ao São Paulo…Vai ser melhor!

Depois dessas, Eu, torcedor apaixonado, só tenho uma coisa a dizer ao Presidente Dr. Roberto Horcades:

- Me tira o tubo, por que preciso morrer ainda acreditando que é possível.

 

 

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Que Amor é esse?


Estamos em 2008 e obviamente, ao menos eu, não tenho a inocência de acreditar nas juras de amor da maioria dos jogadores de futebol. Roger sempre fez juras de amor ao Flu, mesmo quando estava no Corinthians. Mas foi só se transferir par ao clube da Gávea, que seu “amor” foi por ralo abaixo. Disse para todos os cantos que era Rubro-Negro de coração, desde criança. Lá no Flu, todos sabiam disso, o que acho ainda mais ridículo fazer declaração de amor.

Outro Roger, Deus da Raça, nunca escondeu que é Gremista e jamais declarou amor incondicional ao Flu, mas sempre agiu como profissional, honrando e respeitando as camisas de todos os clubes que defendeu.

Washington, que a torcida tricolor acolheu com tanto carinho, foi para o São Paulo. Além de ser um ótimo jogador é um excelente atleta, mas pisou na bola com o Flu ao falar por mais uma vez que estava completamente ambientado no Clube e não teria porque sair, só se fosse par ao exterior. Meses depois, declarou ter o desejo de jogar ao lado de Rogério Ceni, o que para muitos tricolores - inclusive – foi uma tremenda bola fora. No mínimo uma declaração desnecessária, até por ainda ser atleta do Flu.

Mas... Paciência, os amores atuais são assim mesmo. Mas confesso que não me acostumo.