sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O que vem ou não por aí


Como é sabido, essa época é caracterizada pelas especulações no mercado da bola no Brasil. Alguns mais esperançosos que outros, mas todos atentos as “barcas” e contratações. No Fluminense não é diferente e ainda as noticias pipocam com um certo requinte de crueldade.

 - Washington que disse se sentir em casa no Fluminense, que a torcida o acolheu de forma ímpar, também já disse querer jogar na mesma equipe de Rogério Ceni, e muitos garantem que isso irá acontecer até segunda-feira, dia 15.

 - Rodolfo, ex-zagueiro tricolor, hoje no Lokomotiv da Rússia, pode vir parara a vaga do Monstro;

 - Conca, que já declarou estar adaptadíssimo ao tricolor, pode sair e parar em outro tricolor. O Fluminense não fez o depósito com prioridade de compra pelo jogador no ultimo dia 10 e o São Paulo ta de olho!;

 - Eduardo Costa, que muitos juraram estar fechadíssimo com o Flu, já é jogador do São Paulo;

 - Parreira depois de dar um singelo NÃO ao Flamengo, pode também fazer o mesmo com o Fluminense. Não viria para ser Coordenador do Futebol Tricolor, mas teria alguma influência por ser profissional da Traffic;

 - Máster Mind renovou seu contrato até o fim de 2009. Terá tempo de sobra para montar uma equipe com a sua cara. Eu confio!

- Carlos Alberto, aquele que todos nós conhecemos, pode retornar ao flu. Sinceramente só conheço uma pessoa feliz com essa noticia: Seu amiguinho FH.

 - Alexandre Farias , depois de ser quase excomungado no Atlético MG, será o novo Coordenador de Futebol do Fluminense. Sinceramente ainda não tenho uma opinião formada sobre isso;

 

Por enquanto é isso.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Rossonero


O Monstro acaba de dar um grande passo para ser mais Monstruoso ainda. Thiago Silva acertou sua transferência para o Milan. Tenho certeza que jogando na Itália, Thiago se tornará um jogador mais completo ainda, praticamente Monstruoso.
Só assim para eu ter uma camisa Rubro-Negra.


terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Master Mind


Renê Simões, que além de competente, se destaca pelo uso intenso da psicologia em todos os seus trabalhos, costuma trabalhar o atleta como um todo, e não somente com suas pernas, publicou uma carta destinada aos Tricolores. Mais uma bola dentro desse excelente profissional que até pouco tempo, era visto apenas como um bom entendedor de futebol.

Prezado torcedor tricolor,

Ao longo da minha carreira de mais de 35 anos no futebol, criei o hábito de escrever cartas aos torcedores. Acredito que a torcida é parte fundamental da máquina que movimenta um time e precisa ser tratada com devido respeito e informação. Venho freando meu desejo de escrever a você desde a minha chegada. Hoje, com o dever cumprido de mantermos o Fluminense na Série A e ainda com a conquista da vaga para a Copa Sul-Americana, acredito que enfim chegou o momento.

O futebol nos proporciona oportunidades de observar grandes fenômenos sociais. Ele influencia inclusive nos nossos relacionamentos, uma vez que associamos nossas alegrias e tristezas pessoais aos resultados do nosso time. Aprendemos ali o valor de derrotas, vitórias, imprevistos e imponderáveis. Trata-se de um processo de ensino espetacular na vida de um ser humano.

Durante a conquista do vice-campeonato da Libertadores, a torcida tricolor deu uma amostra de grandeza e civilidade ao aplaudir o time no final do jogo. Ali estava a morte de um sonho, mas a reflexão e o bom senso demonstraram que, apesar da perda do título, o time havia feito o inédito para e pelo clube. Houve lágrimas de velhos e jovens, pais e filhos, homens e mulheres, mas também solidariedade, camaradagem e entendimento. Houve ainda muita dor e questionamento, mas sem que a esperança fosse aniquilada. Thomas Edison disse: "Todo vencedor é um perdedor experimentado".

Nossas derrotas devem ser analisadas e criticadas, sempre, mas com bom senso e realismo. Hoje, vemos jogadores que há pouco tempo eram perseguidos saírem de campo sob aplausos. Acho um direito legítimo de cada membro da torcida gostar ou não de um jogador, mas seu papel preponderante durante o jogo deve ser sempre o mesmo - o de incentivar. Naqueles 90 minutos, o objetivo comum tem que ser a vitória. Vaias e desaprovação devem ser demonstradas sempre após as partidas e com a educação e prudência de uma torcida centenária e diferenciada como a tricolor.

Sei que essa carta pode ser mal-interpretada, assim como outras histórias que levei aos jogadores, mas não me importo e também não mudarei de atitude. Poucos aceitam que um treinador possa ver sua profissão além do universo campo-bola. Mas, como treinador de pessoas, me sinto impulsionado para falar e passar minhas experiências na intenção de que o mundo seja um lugar melhor. Se não conseguir, não terei o remorso de não ter tentado por covardia. Olharei para as futuras gerações e lamentarei, mas não me punirei por não ter tentado.

Quem conhece minha carreira, sabe que eu gosto de desafios - de "tentar". Ao aceitar dirigir o Fluminense, tive a convicção que podíamos sair do momento que o time vivia. Trouxe comigo uma comissão técnica de profissionais da melhor qualidade, com conhecimento, experiência e confiança inabalável. Encontrei no clube uma Coordenação do Futebol ativa e comprometida, uma diretoria sempre atenta, um patrocinador envolvido e apaixonado pelo Fluminense, uma equipe de apoio excelente e uma comissão técnica muito honesta. Além disso, contei com jogadores que, apesar de abalados por tudo o que enfrentaram, tinham qualidade e determinação suficientes para competir com os grandes times deste país.

Os resultados que conseguimos com os jogadores foram frutos de uma metodologia de trabalho que persegue a perfeição, assim como uma estrada sempre em construção. Não há trégua para falta de interesse, cumplicidade com a mediocridade e fraqueza de propósitos. O treino tem que ser a preparação para o jogo. O jogo tem que ser o reflexo do treino, e o treino após o jogo, a correção dos erros cometidos, formando um ciclo de desenvolvimento e aprendizado.

As diferentes partes científicas de preparação de um atleta são encaixadas no controle total de rendimento, que o levam ao rendimento máximo de momento. Todas as áreas trabalham interligadas: preparação física, fisiologia, nutrição, psicologia, fisioterapia e as partes técnica, tática, administrativa e coordenação. Afinal, para exigir o máximo é preciso proporcionar o máximo.

Torcedor tricolor, tudo que estava ao nosso alcance - e com "nosso" incluo todo o Fluminense- foi feito. Espero que nossos esforços tenham tornado o seu fim de ano um pouco mais feliz e tranqüilo. Espero também que o ano de 2009 traga muitas alegrias para a nação tricolor fazendo jus ao hino do clube: "Sou tricolor de coração, sou do clube tantas vezes campeão".

Um grande abraço e que Deus abençoe a todos nesse Natal!

René Simões 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O Melhor




A torcida tricolor deu um grande presente a ídolo Monstruoso Thiago Silva. Nosso zagueiraço foi o vencedor do Premio da Galera 2008, categoria do Prêmio Craque do Brasileirão, superando Juan e Hernanes. Thiago também levou o prêmio de Melhor Zagueiro Direito.

Nada mais justo a este jogador que além de ser bom de bola, tem um baita caráter e sempre fez questão de enaltecer a torcida tricolor.

No jogo contra o Ipatinga, 51 mil tricolores levaram o Monstro as lágrimas. Mal sabe ele que quem mais chorou fomos nós.

 

Valeu Thiago! Valeu Monstro!

Curtinhas

Branco não é mais o Coordenador técnico do Fluminense. Uma reunião nesta tarde selou sua saída.

Branco poderia ter feito mais pelo Fluminense. Poderia não ter mamado tanto as tetas da Unimed. Branco até que durou muito e soube maquiar bem os seus feitos. Foi para Europa passar e não trouxe ninguém, ou melhor, trouxe o Eduardo Ratinho e ainda contratou bondes, como o Ciel Pitu com contrato até 2010.

Parreira seria uma ótima contratação para o mesmo cargo, mas o Flamengo parece ter o mesmo interesse.

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Washington se sagrou Artilheiro do Brasileirão ao lado de Kleber Santana e Keirrison, mas pisou na bola ao dizer que ainda sonha em jogar ao lado de Rogério Ceni. O que ele quis dizer com isso?! Sei que o mercado começa a ferver agora, mas não acrescentou em nada esse comentário. 

domingo, 7 de dezembro de 2008

Acabou


Qual a ultima vez que você viu um jogador do Fluminense, ir aos prantos por estar deixando o clube?

Eu nunca vi.

Thiago Silva, que justamente foi apelidado de Monstro, devido ao seu futebol M-ON-S-T-R-U-O-S-O, foi as lágrimas em sua ultima partida com a camisa tricolor. Foi emocionante ver esse grande jogador e grande atleta, falar com orgulho sobre seu amor ao Flu.

 

Volte logo Monstro!

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São Paulo Campeão mais uma vez e espero que nos próximos anos ele vá disputar a Champions League e deixe o Brasileirão pros mais humildes.

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Flamengo, o cavalo paraguaio do Brasileirão, fora da Libertadores. Maravilha!

Vasco rebaixado. Maravilha!

Renato Gaúcho conseguiu adcionar a seu curriculum, mais um rebaixamento. Fico feliz que tenha saído do Fluminense, caso contrario quem estaria chorando agora seria eu.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Torci pro Inter

Não tenho essa de ter segundo time e coisa e tal, mas hoje torci pro Inter. Queria mesmo que um time Brasileiro vencesse a competição, e não sendo o Flamengo e o Vasco, o Inter é bem-vindo.

Em 2009 quem sabe poderemos vencê-la também, apesar de que estruturalmente existe um abismo entre o Flu e o Inter.

Inter, Cruzeiro, São Paulo e Grêmio estão em outro patamar nos times Brasileiros.

Numa iniciativa inovadora, o Inter lançou esses dias Action Figures (figuras de ação ou bonequinhos) de alguns jogadores importantes. O jogador de estréia foi o Guiñazu. Clique Aqui!

Acho uma baita bola dentro e que tem tudo para virar mania nacional. Esses bonecos colecionáveis vão se tornar uma febre, aposto nisso.

Quem sabe um dia chegaremos lá. Meu medo é somente se o primeiro boneco a ser confeccionado, fosse o do FH.

Pensando bem, nada mais justo, um boneco para um goleiro inerte.